segunda-feira, 29 de março de 2010

[...] to lift off


Hoje é dia 30.

E amanha, parto para Bruxelas.

p.s: Depois digo se estava frio.

sexta-feira, 26 de março de 2010

1º I really hate it when [...]



Quando estou numa aula ( Romance Americano pós 45' ) e mesmo antes de ter começado a ler o livro que estamos a dar (porque ainda não houve tempo), o professor lembra-se de mencionar o nome de duas personagens que morrem e em que circunstâncias é que isso acontece.

Tira-me do sério!

Mais valia dizer: "Spoiler alert!" , e aí eu sempre teria tempo de tapar os ouvidos e começar a humming uma canção.

Como apreciador de livros, filmes, jogos, contarem-me o final ou alguma parta relevante da história que eu ainda não saiba, é provavelmente a melhor maneira de fazer com que eu perca interesse pela coisa!

Não fosse o Sr. Pr. simpático e até cómico, tinha logo apanhado com uma bolinha de papel na testa... Hmph.

Update

Caros Leitores,

Venho por este meio desculpar-me pelo meu desaparecimento do espaço virtual.
Há uma justificação, e essa é:

Nestas duas últimas semanas tive uma carrada de livros e textos para ler, duas apresentações e umas apresentações escritas que contariam muito para nota. Isso, fez com que me fosse impossivel vir á internet com objectivos lúdicos.

Prometo que apartir de agora, vou evitar que isso aconteça.

Sinceramente, Sérgio Real.

domingo, 7 de março de 2010

Alice


Fui recentemente ver a "Alice in Wonderland" de Tim Burton.

Confesso que sou um grande, aliás, enorme fã deste realizador. Tudo o que ele escreve, realiza, dirige, pinta, me agrada.

Assim sendo, estava com expectativas bastante altas em relação a este filme.

Após bastante tempo de espera, lá estreou, e mal pude fui vê-lo. Contava com uma banda sonora fantástica que acompanharia um visual deslumbrante, digno da mente de Burton.

O filme retrata uma segunda viagem de Alice ao "Wonderland", não se lembrando esta da primeira ida.

Os aspectos visuais estavam fantásticos. Muito bem conseguidos, e sempre a criar um contraste de tonalidades, típico de Tim Burton. A caracterização das personagens estava também muito boa, salientando aqui Johnny Depp que tinha um visual simplesmente incrível.

A prestação deste, na minha opinião, foi a melhor, visto que a personagem também lhe dava um grande espaço de manobra, e uma óptima hipótese de brilhar. ( Madhatter )

Helena Bonham Carter, também já participante habitual, desempenha o seu papel muito bem, e veste uma personagem extremamente bem desenhada e conseguida. ( Queen of Hearts )

Mia Wasikowska, a já-não-tão-pequena-Alice, embora com uma caracterização bastante simples, faz com que esta se encaixe bem na história, e não fique muito atrás dos outros acima referidos.

Por muita pena minha, julgo que o enredo fica um pouco a desejar, o que é compreensível sendo apenas um par de horas. Enquanto todos conhecemos quase na íntegra o livro de Alice e vendo o filme subentendemos muita coisa, isso aqui não se sucede. O que faz com que pareça que a história passa muito rápido, e que o fim rápido também se aproxime.

Sendo na mesma uma obra de arte feita pela mão de um realizador que aprecio, tendo uma banda sonora linda a acompanhar, e um elenco que encaixa muito bem no tema, dou-lhe um 8/10.

Espero não ter feito nenhum spoiler, enjoy the movie.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Aerosmith


São Lendários!

São Únicos!

E EU vou vê-los!


Após um enorme stress de estar a clicar no botão "reservez" ás 9 da manhã durante 22 minutos e a ler que estava esgotado, vou ver este inesquecível concerto a Paris!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

A Chuva que chamo


Este é um poema que escrevi ontem ás 3 e muito da manhã.

Chovia muito, e a inspiração atingiu-me rapidamente. Rabisquei num papel, e foi isto que saiu.

Enjoy.



A Chuva que chamo


Ouço a chuva encher o mundo.

Embala-me e assusta-me com sua voz.

Ameaça cativando e faz-me deseja-la, temendo-a.

Sinto-me capaz de doma-la, e de a ela me submeter.


Desejo adormecer lá fora, acariciado pela fria água.

Fazer dela um manto.

De travesseiro faria os passeios, e de candeeiro o trovão.


Cá dentro sob cobertores, anseio á chuva fluir em sonhos.

Seguir os rios que dela se fazem, flutuando.


No quente, chamo o frio.

Pois por vezes o meu ser encaixa-se no temporal.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Invictus



Por pedido um pouco para o ordenado por parte da minha professora de Literatura e Cultura Norte Americana, vi o filme Invictus que retrata a um certo momento na vida de Nelson Mandela.
Já estudei a sua vida, por isso estava relativamente a par quando vi o filme.
Não esperava nada o que vi. Não tinha visto nenhum trailer, o que fez com que não fizesse ideia do que iria ver, apenas que falaria de Mandela.
Gostei muito do filme, retrara uma época bastante problemática na tentativa de mudança.
No decorrer de toda a história, é mencionado um poema que Mandela diz que lhe alimentou a alma todos os anos que esteve preso, e que lutou pela liberdade.
Esse poema chama-se Invictus e foi escrito por William Ernest Henley.
Considero o poema fantástico e quase que o consideraria um mantra que utilizo no meu dia a dia, posto na forma de poema.
Enjoy.

Invictus


Out of the night that covers me,
Black as the Pit from pole to pole,
I thank whatever gods may be
For my unconquerable soul.

In the fell clutch of circumstance
I have not winced nor cried aloud.
Under the bludgeonings of chance
My head is bloody, but unbowed.

Beyond this place of wrath and tears
Looms but the Horror of the shade,
And yet the menace of the years
Finds, and shall find, me unafraid.

It matters not how strait the gate,
How charged with punishments the scroll.
I am the master of my fate:
I am the captain of my soul.